Trabalhando em Equipe

Recentemente nosso diretor nacional deixou a sua posição e em nossas mentes, esperávamos a indicação de uma pessoa para ser o diretor nacional. Rolando Justiniano, boliviano, Diretor para América do Sul e diretor interino do Brasil, depois de vários dias ministrando sobre a importância do trabalho em equipe e sobre estilos de liderança, escolheu um grupo de missionários para compor a chamada Equipe Executiva Nacional da cepc no Brasil: São eles, Junior e Angela dos Santos, Jonas e Geni, Luis Valter e Jucilene, Kátia, Gilberlei e eu.
É bastante trabalhoso trabalhar assim. Implica em investimento de tempo, dinheiro, ânimo, mas como vale a pena. Em cada encontro percebemos como vamos nos alinhando e aprendendo um com outro. Ainda estamos na fase de muitas discussões mas posso afirmar que tenho aprendido muito mais assim do que qualquer curso sobre trabalho em equipe e liderança. É a famosa sinergia!
Se pensamos em alcançar o Brasil para Cristo e aqui ha tanta diversidade, não é possível pensar que uma única pessoa terá a resposta. Acredito que ainda é algo novo para nós como missão e como igreja. Por causa das emergências do dia-a-dia, acabamos trabalhando sozinhos, apagando fogo muitas vezes e por fim desanimados porque sozinhos o grande esforço não teve nenhuma repercussão.
Na época bíblica, quando os Amalequitas vieram atacar a Israel, Moisés disse a Josué: "escolha alguns dos nossos homens e lute contra os amalequitas. Amanhã tomarei posição do alto da colina, com a vara de Deus em minhas mãos". Moisés de fato foi para a colina com a vara de Deus na mão, mas ele sozinho não aguentou ficar ali com os braços levantados, indicando a dependencia de Deus. Apareceram na jogada Arão e Hur para segurarem as mãos de Moisés porque sozinho ele não conseguia mais manter os braços levantados. Interessante que até uma pedra "apareceu" no pedaço para que Moisés sentasse. Quem venceu a guerra? Josué?. Não, quem venceu foi a equipe, cada um deles teve uma função, até a pedra serviu ali de suporte. Aqui está um retrato de que de fato, juntos, fazemos mais do que separadamente.
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