sexta-feira, 22 de junho de 2007

EVANGELIZANDO NOS JOGOS PAN-AMERICANOS 2007

Os Jogos Pan-americanos de 2007 serão realizados na cidade do Rio de Janeiro com mais de 5.000 atletas dos 42 países do continente americano, disputando 28 modalidades esportivas. Aproveitando a situação a CBME - (Coalizão Brasileira de Ministérios Esportivos, formada por agências missionárias e igrejas envolvidas com a proclamação do Evangelho através do esporte), mobilizou igrejas e agencias missionárias, para atuarem na área de evangelismo durante o PAN. A CEPC não ficou de fora! Janiê coordenadoa do ministério de música da CEPC estará presente juntamente com a banda que se apresentou no Projeto Missionário em Recife. Em 17 dias eles farão 17 shows. A equipe de Alfa e Omega (ministério que trabalha junto a estudantes universitários)já ministrou um curso de evangelismo e estará em massa também trabalhando na evangelização pessoal.
Contamos as orações das pessoas: Pela vida da Janiê e de tudo o que ela ainda precisa para o evento. Pelos volutários que irão tocar, as pessoas que ouvirão o Evangelho e também por finanças. Esse evento custa dinheiro. Como a banda usará música secular para atrair pessoas, será preciso pagar direitos autorais das musicas utilizadas. Entre uma música e outra, um testemunho de como Cristo tem mudado as vidas. A equipe de evangelismo que não estará no palco, mas em terra, estará abordando as pessoas para evangelismo. É preciso realmente cobrir esse evento com orações. Clique no título desta postagem para entrar no site do MAIS QUE OURO.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

QUANDO FAZER O CERTO PARECE ERRADO


Ao descer hoje numa estação do Metrô, sentei numa daquelas cadeiras para esperar o trem. A meu lado, uma moça aparentando uns 20 anos, com um bebe no colo, chorava silenciosa. Dava pra perceber que o seu choro era dolorido, vindo de dentro. A seu lado, senti-me tão tocada e compadecida. Eu queria de alguma maneira ajudá-la. Mas como? Perguntei-lhe cautelosamente se ela gostaria de falar. Ela apenas meneou a cabeça afirmando que sim. Depois de uns segundos ela disse que estava perdida! Perdida como?! Pensei. Desceu em estação errada? Errou o caminho?

Mãe de dois filhos, um de seis anos e uma menininha que tinha no colo com 1 ano de idade. Estava passando muita necessidade em Campinas, veio atrás da mãe que morava perto da estação Armênia. Veio para ver se a mãe poderia ajudá-la pelo menos com uma cesta básica. Ao chegar na casa, descobriu que sua mãe se mudara. Dizem que voltou pra Bahia por causa de tanta necessidade. Desconsolada, porque veio com a passagem apenas da ida, não tinha como voltar para casa. Segundo ela, as vizinhas ficaram com o filho de 6 anos, fizeram uma vaquinha e conseguiram o dinheiro para ela vir.

Conversamos por um longo tempo. Fiquei quase uma hora ouvindo a sua história. Ficou grávida aos 16 anos e hoje mora numa casa que é da sogra. O seu companheiro voltou pra morar com a mãe, porque não consegue arrumar emprego e fica muito nervoso porque não tem o que dar para as crianças. Essa mãe então, vem para São Paulo para buscar ajuda. Agora.... estou perdida, disse ela, não sei mais o que fazer.

Compadecida com sua história, fui checando as informações e de uma certa forma, procurando dar uma orientação a uma jovem mãe de 22 anos de idade. Lógico que nossa conversa nos levou até Deus. Ela já tinha o conhecimento de Deus, visto que frequentou na Bahia uma igreja evangélica. No final de nossa conversa, ela até sorrindo me disse que Deus escreve certo por linhas tortas, quando conseguiu fazer um link com sua vinda tão sem rumo para São Paulo. Isso porque aqui ela ouviu alguém dizendo... volte para Deus. Falei a ela do amor que Jesus teve por ela na cruz.

Confesso que enquanto a ouvia e buscava orientá-la quanto às coisas da vida, como lidar com esse companheiro etc... me ocorria um conflito muito grande. O que fazer com ela depois? Deixá-la sentada chorando? Posso ainda sentir o seu hálito horrivel de fome, emagrecida, abatida com uma criança no colo. E se ela estivesse mentindo? Quantas histórias ouvimos parecida com essa? Será que temos que ajudar ou devemos deixá-la para o sistema? No final, lembrei-le de Jesus: Dê a quem te pede..... e também.... tive fome e não me deste de comer, tive sede e não me deste de beber.... como é que ficam essas questões? Será que eu deveria dar o dinheiro da passagem de volta ou deixá-la ali na responsabilidade do Metrô?

Numa sociedade com tantas mentiras, com tantos enganos, com tanta sujeira como não errar em nosso discernimento? E se eu deixo pra lá e a menina estava falando a verdade? E se eu me envolvo e ela estava mentindo? Bem.... como não sou o Espírito Santo, e tenho um mínimo de consciência para fazer um razoável julgamento.... ajudeia-a a voltar pra casa, depois de ter desejado as bênçãos de Deus sobre a vida dela.

Que Deus guarde e a ajude a encontrar o caminho! Eu sei que o tempo que passamos ali sentadas foi um tempo muito sincero. Valeu depois o abraço apertado e as lágrimas de gratidão e o desejo dela de que Deus me recompensasse. Ela voltou com o firme propósito de voltar para casa, não só a terrena, mas à casa de seu pai Celestial.

sábado, 2 de junho de 2007

Centro de Treinamento Missionário


Acabo de chegar do CTM (Centro de Treinamento Missionário) localizado em Americana, Recanto SAL. Estão vivendo em forma de comunidade 17 alunos, dos quais, a maioria expressa o desejo de se tornar missionário da Cruzada Estudantil. Este treinamento é dirigido apenas aos candidatos a missionários que trabalharão no "FILME JESUS", um dos ministérios da Cruzada Estudantil.
Estive ministrando sobre Batalha Espiritual e numa brechinha à tarde, participei de um bate papo informal com as mulheres. Foi interessante ouvi-las, tomar contato com suas crenças, expectativas, sonhos, etc... de ser mulher.
Sai dali com muita vontade de preparar talvez uma palestra, algumas dinâmicas não apenas para as mulheres, mas também para os homens, abordando um pouco sobre relacionamento interpessoal, feminilidade, masculinidade, etc...
Choca-me a aspereza com que alguns rapazes se referem às mulheres, sobre o trabalho delas e como muitas vezes, e agora me incluo, nos calamos e deixamos o barco correr. Num pais machista, e dependendo da região de onde esses homens são criados, é um desafio conscientizá-los, de que não é falando grosso que um homem mostra ue é homem e tampouco a mulher se fragilizando, se mediocrizando, torna-se mais mulher.
Foi bastante elucidativo estudar a criação em Genesis capítulo 3 e perceber como a queda do homem trouxe tantas distorções não apenas para a sua visão de mundo, de Deus, do outro e de nós mesmos.
É preciso resgatar essa identidade e acima de tudo, o valor com que Deus o criador, formou a humanidade. Vou pensar sobre esse assunto